Nebulosa

A ficção científica e a fantasia vistas deste lado da periferia e suas memórias.

Pérolas – entre o desconhecimento e o quero lá saber …

O “natural” desprezo que certos continuam a votar à ficção científica em vez de desaparecer continua bem enraizado. Vejam lá ao que chega o desleixo e a arrogância.
http://daliteratura.blogspot.pt/2014/10/ray-bradbury.html
http://daliteratura.blogspot.pt/2014/10/ray-bradbury.html
E bastava ter consultado a Bibliowiki do Jorge Candeias
http://bibliowiki.com.pt/index.php/Ray_Bradbury
e não tinha feito esta figurinha.
Anúncios

Novembro 3, 2014 Posted by | ciencia ficción, crítica, Eduardo Pitta, fantascienza, ficção científica, Paraliteratura, pérola, Ray Bradbury, Science Fiction | Deixe um comentário

Opinião Crítica – Fénix 2 (2)

Uma opinião sobre a Fénix nº 2, desta vez pela Ana C. Nunes no blog Floresta de Livros.

Em suma, este segundo número da fanzine Fénix tem uma selecção bastante curiosa de contos, sendo que os que mais gostei foram: “A Escuridão” de André Carneiro, “O Estranho Caso do Livro sem Palavras” de A.C. Silva, “Mundos em Mundos de Vitor Frazão e “Pulsação” de Inês Montenegro”.

Maio 6, 2013 Posted by | Ana C. Nunes, crítica, Fénix #2 | Deixe um comentário

Opinião Crítica – Fénix 2

Recebemos hoje a primeira opinião crítica da Fénix número dois. Agradecemos desde já ao Jackolta as suas simpáticas palavras que muito nos orgulham. Podem encontrar a opinião crítica na integrada no blog http://jackolta.blogs.sapo.pt.

Um fanzine excelente que muito me divertiu.Nota 5/5.

«A capa do fanzine é deslumbrante. Aquece o coração sempre que o pego para ver. Laboriosa, maravilhosa, o estilo de Art Noveau que sempre encanta, um excelente trabalho gráfico da Ana C. Silva.»

«A escuridão, de André Carneiro – 5*
Logo na primeira página, logo no primeiro parágrafo, fiquei totalmente adicto. Com facilidade compôs a imagem e só me fazia interrogar “porquê” a cada novo fenómeno que o autor apresentava. Tão estranho e singular. Prossegui entusiasmado na leitura, expectante pela sua resolução. A escrita contribui muito para embrenhar nessa terrífica realidade.»

«Um dia de Trabalho, de Ricardo Dias – 5*
(…) Há momentos hilariantes e a imaginação do autor é prodigiosa, elaborou um plano deveras demoníaco, há tanta coisa preparada para o momento certo. Quem lê policiais não deverá ver nada de novo – mas ainda assim. (…) A terceira parte é fabulosa, para mim é um final brilhante.»


«O estranho livro sem palavras, de Ana C. Silva – 4*Gostei bastante, foi uma aventura. Um ritmo rápido, tive que ir a correr atrás da protagonista. Momentos houve em que pude respirar.»


«A passagem secreta, de Sara Farinha – 5*Um desenrolar interessante de acontecimentos até um final assombroso.»


«Uma demanda Literária, de Joel Puga – 4*Gostei bastante, eu imaginava-me perfeitamente nesse mundo. A história é interessante e deu-lhe vida.»


«O livro termina com correspondência trocada entre Romeu de Melo, autor de ficção-científica, com o editor norte-americano Clifford D. Simak, onde vislumbramos o parecer elogioso do editor sobre a FC portuguesa; »


Março 9, 2013 Posted by | crítica, Fénix | Deixe um comentário

O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita!

Falou-se muito pouco sobre a Antologia de Ficção Científica Fantasporto 2012, exceptuando a nota crítica no blog Bela Lugosi is Dead e o esclarecimento de Octávio dos Santos, mas, finalmente, a primeira recensão foi escrita e pode aqui ser lida. Um dos autores reagiu explicando o que supostamente não foi entendido. Claro é, para mim e porque li o conto da autora que muito mais poderia ter sido dito, muito menos abonatório ainda. O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. O mesmo se passa quando um autor faz certo tipo de afirmações:

Pelo sim, pelo não, mais vale jogar pelo seguro e não ceder a “clique”s. 

Maio 26, 2012 Posted by | Antologia, Antologia de Contos de Ficção Científica Fantasporto 2012, ciencia ficción, crítica, fantascienza, ficção científica, Portugal, Science Fiction | 5 comentários

Fénix nº1 por Vitor Frazão

Embora compreenda a relevância de uma publicação desta natureza ter variedade e por muito que aprenda nos artigos e entrevistas (sendo inegável que o faço), repito o que já disse em opiniões sobre suportes do mesmo género: leio-os pelos contos. Nesta publicação existem quatro, nomeadamente: 

“O Navio de Teseu” por Carlos Silva, onde experienciamos a angústia de um robot senciente sozinho em Marte, que se vê a braços com um dilema. 3,6 Estrelas. 

“Natal em Little Town” por João Ventura, uma narrativa sobre o perpétuo conflito entre tradição e mudança (estado a última, neste caso, emersa em padronização), num futuro não muito distante. 3 Estrelas. 

 “O Factor Genético” por Romeu de Melo. Reduzidos a uma espécie em vias de extinção em cativeiros, os humanos são estudados por uma cultura alienígena com a qual possuem uma certa afinidade, sendo este ambiente externo utilizado pelo autor para analisar e criticar os actos da Humanidade. 3,8 Estrelas 

“Floresta de Homens” por Valquer Marques, aborda diversos temas como crio-preservação, religião, e perda de inocência, exposto no ambiente banal do quotidiano de uma família. 2,5 Estrelas. 

Adorei a capa e a contracapa por Hauke Vagt; a nível pessoa gostei muito do conto de Carlos Silva; intelectualmente adorei o de Romeu de Melo; não gostei da “lição” no de João Ventura, mas valorizo o modo como ela foi exposta e acho que o de Valquer Marques poderá ser utilizado para explicar certos princípios a um público mais jovem, contudo, não gostei da interacção familiar.

Crítica de Vitor Frazão

Abril 26, 2012 Posted by | crítica, Fantasia, fantasy, Fénix, ficção científica, Portugal, Science Fiction, Vitor Frazão | Deixe um comentário

A Vollüspa "falada" na Galiza

Mais uma crítica à Vollüspa, desta feita no blog galego Nova Fantasia.

Abril 4, 2012 Posted by | Antologia, crítica, Espanha, Galiza, Nova Fantasia, Vollüspa | Deixe um comentário

Outra pérola!

«Confesso que sou um ignorante em relação ao que se fez de Pulp Fiction em Portugal, e como tal nunca poderei argumentar com o que a capa do livro anuncia: os melhores contos do séc. XX, mas também não é essa a questão essencial»

 «Antes de cada conto, Luís Filipe Silva dá-nos uma introdução falando um pouco do autor explicando o seu percurso, quer na vida privada quer profissional. Estas introduções, que a princípio podem parecer algo aborrecidas, acabam por ser bastante esclarecedoras e no fim percebemos que existiu, não só uma enorme dificuldade em ter êxito ao início, mas também  uma variedade de acontecimentos, motivadas pelos mais variados interesses (desde dinheiro ou espionagem) que ajudaram no desenvolvimento deste género literário e também à sua destruição no nosso país. Agora com o livro acabado digo-vos que há várias perguntas sobre estes autores que gostaria de saber a resposta.»

«… apresenta uma característica única: trata-se da versão integral do conto, ainda censurada/riscada pelo lápis azul da censura. Um detalhe que torna este livro ainda melhor (também graças à ajuda dos comentários de rodapé explicando o porquê da mesma censura)!»

«É um trabalho de louvar de Luís Filipe Silva por nos dar a conhecer um pouco mais daquilo que a História apagou, dando-nos a hipótese de ler algo que possivelmente nunca conseguiríamos alcançar de outra forma, a menos que fizéssemos o mesmo trabalho de investigação.»

em Ler y Criticar

 

Janeiro 13, 2012 Posted by | Antologia, crítica, LFS, opinião, Portugal, pulp fiction, SdE | Deixe um comentário

Nova Resenha – Fénix nº0

No blog I dream in Infrared, Rogério Ribeiro deixou a sua opinião sobre a fanzine Fénix nº0. 
Citando o próprio: “Mas o balanço final é claramente positivo.” e é o que achamos da resenha.

Novembro 24, 2010 Posted by | blog, crítica, Fénix | 1 Comentário

Nova opinião – Fénix Fanzine nº0

My two euros

O que temos aqui não é uma crítica literária, mas apenas a minha opinião, como leitor, sobre o nº 0 da fanzine Fénix, por isso, peço-vos que desculpem a parcialidade. 

 

Outra observação, o exemplar que li pertence à primeira leva, por isso tenho menos um conto (“Os Pilares” by José Manuel Morais) e mais uma crónica.
Sobre os contos:

“O Satélite de Natal” by João de Mancelos é uma história engraçada, que só peca por ser curta, porém, verdade seja dita, mais palavras não seriam precisas para a narrar e tentativas de a prolongar poderiam ter estragado o efeito.

“A gloriosa raça das ratazanas” by Joel Puga. Sinceramente, de todos os contos apresentados nesta fanzine, este foi de longe o meu favorito, tendo-me conquistado logo nas primeiras frases. Gostei muito do vilão, que apesar de ter alguns traços de “Willard”, diferencia-se dele na origem dos seus poderes e na personalidade.

“O homem das terças-feiras” by José Pedro Cunha. Embora o final fosse previsível, gostei da história, particularmente do modo como foi contada. O autor conseguiu criar entre o leitor e a duas personagens principais uma ligação emocional, algo que nem sempre acontece em textos tão curtos.

“O roubo dos figos” by Marcelina Gama Leandro soube a pouco. Embora a história tenha ternura a mais para o meu gosto, acho que poderia tê-la apreciado se fosse maior. Não obstante, esta narrativa, misturada com alguns desenhos, daria um excelente livro infantil.

“E agora algo completamente diferente” by Regina Catarino. Uma coisa garanto, este conto entrega precisamente aquilo que o título promete.

Sobre as crónicas e o editorial:
Quanto às crónicas assinadas por Ricardo Loureiro e Roberto Mendes, assim como ao editorial de Álvaro de Sousa Holstein, não há nada a dizer já que nasceram das opiniões e experiências dos seus autores, nomeadamente no que diz respeito ao fandom. Sinceramente, são questões que me passam um pouco ao lado já que não sou um “membro activo da fandom”, o quer que isso signifique… Escrevo, leio e, “volta e meia” (eu sei é uma expressão estúpida) publico as minhas opiniões sobre esta ou aquela obra, de resto, nada sei sobre polémicas e/ou rivalidades.
Sobre a separata Pumba!:
Embora algumas das jokes me passem ao lado, concordo com o seu princípio básico de usar o humor para desanuviar o ambiente.
Em suma, o balanço final é francamente positivo. Trata-se de uma publicação sem peneiras, direccionado para a partilha de narrativas. Gosto particularmente do facto de ter muitos mais contos do que crónicas, artigos ou entrevistas (embora compreenda que muito não partilhem da mesma opinião).

Novembro 9, 2010 Posted by | crítica, Fanzine, Fénix | Deixe um comentário

Mais Fénix

Também o blog Falling into Infinity falou da Fénix

Falling into Infinity: Fénix Fanzine: “Como anunciei recentemente, foi lançado o fanzine Fénix que visa a promoção de textos que se inserem na ficção científica, fantasia ou horr…”

 

Publicar mensagem

Novembro 8, 2010 Posted by | blog, crítica, Falling into Infinity, Fantasia, Fanzine, ficção científica | Deixe um comentário