Nebulosa

A ficção científica e a fantasia vistas deste lado da periferia e suas memórias.

The OF Blog: First impressions of Portuguese publisher Saída de Emergência’s Bang! magazine

Bang! 11 comentada no blog The OF Blog

The OF Blog

Abril 7, 2012 Posted by | Bang, ciencia ficción, EUA, Fantasia, fantasy, ficção científica, magazines, revista, Science Fiction, The OF Blog | Deixe um comentário

Astounding (Março 1959)

Março 22, 2012 Posted by | Astounding, ciencia ficción, EUA, fantascienza, ficção científica, Science Fiction | Deixe um comentário

The Language of the Night, Ursula K. Le Guin (Perigee Books, 1979)

Março 6, 2012 Posted by | ciencia ficción, Ensaio, essay, EUA, fantascienza, Fantasia, fantasy, ficção científica, New York, Science Fiction, Susan Wood, Ursula K. LeGuin | Deixe um comentário

Korad e Cuenta Regresiva

Daína Chaviano, escritora cubana actualmente residente nos EUA e publicada já entre nós, primeiro com um conto na revista Última Geração (prémio Nebulosa) e também em livro A Ilha dos Amores Infinitos (Presença), continua a divulgar no seu blog o que se faz na sua ilha natal e assim nos apresenta no seu blog o ezine Korad e o número especial dedicado à ficção científica do ezine Cuenta Regresiva.

Fevereiro 20, 2012 Posted by | ciencia ficción, Cuba, Cuenta Regresiva, Daína Chaviano, EUA, ezine, ficção científica, Korad, Science Fiction | Deixe um comentário

Heavy Metal – January 2001

Janeiro 29, 2012 Posted by | BD, Caza, ciencia ficción, comic books, EUA, Fantasia, fantasy, ficção científica, Gimenez, Heavy Metal, Prado, Science Fiction | Deixe um comentário

Steven Fox

Novembro 2, 2011 Posted by | ciencia ficción, EUA, ficção científica, Hyperion, ilustração, Science Fiction, Steven Fox | Deixe um comentário

Guerra na Galáxia – Edmond Hamilton (1904-1977)

Guerra na Galáxia (The Star Kings) novela de Edmond Hamilton publicada em 1947 e que foi editada na Colecção Cosmonauta, nº 4, da Brasília Editora, do Porto, fazendo uso da tradução brasileira de Jeronymo Monteiro e T. Monteiro Deutsch (1933-2008) (sua filha e que assumiu a direcção do Magazine de Ficção Científica, entre Dezembro de 1970 e Novembro de 1971), da edição francesa da novela intitula Les Rois des Étoiles. A edição terá saído pelo início dos anos 70. A ilustração da capa deve ser “herdada” da edição francesa, pois o estilo parece muito Fleuve Noir. Edmond Hamilton foi casado com a escritora Leigh Brackett.

 

Outubro 2, 2011 Posted by | Brasília Editora, ciencia ficción, Colecção Cosmonauta, Edmond Hamilton, EUA, ficção científica, Porto, Science Fiction | 3 comentários

O Despertar da Magia

O Despertar da MagiaAutor: George R.R. Martin Data de Publicação: 2008 Editora: Saída de Emergência Páginas: 416 ISBN: 9789896370480 Sinopse

Quarto volume de As Crónicas de Gelo e Fogo, a saga de fantasia mais vendida, elogiada e premiada dos últimos 50 anos, e a única obra de fantasia a conseguir o primeiro lugar do Top do New York Times.Esta é uma saga de grande fôlego, que vai buscar à realidade medieval a textura e o pormenor que conferem dimensão e crueza a um universo de fantasia tão bem construído que faz empalidecer a Terra Média de Tolkien. Martin é um especialista na manipulação das expectativas dos leitores e, profundo conhecedor do género, não deixa de estender sucessivas armadilhas com as quais desarma os tropos que o leitor pensa reconhecer a cada página. O épico de fantasia que toda a Fantasia Épica gostava de ser.

Para quem ainda não conhecer esta série – As Crónicas de Gelo e Fogo – estamos a falar de uma das séries com mais sucesso nos últimos anos, alguns chegam mesmo a compará-la a O Senhor dos Anéis do J.R.R. Tolkien. Obviamente isto é discutível, mas o que se pode dizer com certeza é que é uma belíssima obra que tem cativado milhões por todo o mundo, uma obra de fantasia numa época medieval, com um enredo que se baseia em casas senhoriais e em lutas pelo poder e pelo reino. Numa primeira análise e até ao final do segundo volume, podemos dizer que se trata de uma obra passada na época medieval, sem que se identifique o território onde esta se desenrola, mas Martin introduz os dragões no fim o que nos remete para uma obra de fantasia.As traduções de cada livro estão a dar origem a dois volumes na edição portuguesa. O autor neste momento acaba de editar o quinto livro da série que será composta por sete, por cá temos 8 livros publicados pela Saída de Emergência, onde a primeira parte do quinto livro saíra no dia 9 de Setembro.Recentemente o primeiro e segundo livro, da edição portuguesa, foi adaptada para televisão dando origem a 12 episódios daquela que será a primeira série, já exibida nos Estados Unidos e que é bastante fiel à obra que lhe está na origem, apesar de terem sido feitas alterações para melhor adaptar e fazer funcionar a história no pequeno ecrã.Em o Despertar da Magia (quarto livro na edição portuguesa), segunda parte do livro do Fúria dos Reis no original, o enredo centra-se nas batalhas que se travam por todo o reino. Com vários pretendentes ao trono os apoios das casas senhoriais vão mudando em função das melhores ofertas. A casa de Theon Greyjoy assumirá uma importância crescente neste livro, assim como a própria personagem terá pela primeira vez capítulos dedicados a ele. Tyrion Lannister é sem dúvida uma das personagens mais divertidas da série (funcionando como uma espécie de alter ego do autor). Catelyn Tully reforça a sua importância, demonstrando ser uma mulher impressionante que tem aqui um duplo papel, de mulher e mãe que tudo fará para apoiar os seus filhos. Catelyn toma Brienne of Tarth como sua cavaleira, outra personagem forte e com características pouco comum. No norte Bran Stark recebe visitas e faz novas amizades começando a descobrir que os sonhos que tem, são muitos mais que meras lucubrações do inconsciente.A Patrulha da Noite avança para lá da muralha para descobrir que mistérios rodeiam quer os outros quer os selvagens. Jon tal como Sam vão na expedição, protagonizando um sem números de aventuras que passarão a ser o dia a dia dos jovens patrulheiros.

Setembro 5, 2011 Posted by | EUA, Fantasia, fantasy, George R. R. Martin, MGL, Portugal, SdE | Deixe um comentário

Maré Alta Estelar – David Brin – PEA/FC Bolso 116/117 (1986)

AEdição portuguesa de Startide Rising is a 1983, sendo o segundo livro da série que se passa no Uplift Universe, sendo o primeiro livro Sundiver e o terceiro The Uplift War (A Guerra da Elevação – PEA 1988/1989). David Brin é um dos poucos autores que ganhou com uma obra três dos maiores prémios de ficção científica do planeta, o Hugo, o Nebula e o Locus. Em 1993, o autor, publicou uma versão revista do romance de forma a corrigir uma série de erro de que enfermava a edição inicial.

Infelizmente o primeiro livro não foi publicado por cá. Mania que vem de longe. 

 
 
 

 Já neste longínquo ano conheciam o “truque” de partir os livros em dois.

Agosto 13, 2011 Posted by | ciencia ficción, David Brin, EUA, ficção científica, Hugo Award, Locus Award, Nebula Award, PEA, Portugal, Science Fiction | Deixe um comentário

Daína Chaviano e a FC

Aqui ficam extractos da “entrevista” que a escritora deu recentemente e em que fala da ficção científica e da fantasia:

«Álvaro de Sousa Holstein: Para quando mais um livro de contos de ficção científica?

No creo que vuelva a escribir cuentos de ciencia ficción, pero sí novelas. Por alguna razón, ya no puedo contener los universos que invento. Crecen y crecen sin que pueda remediarlo. Me resulta imposible mantener mis personajes en el breve mundo de un cuento. No sé si más adelante vuelva a conseguirlo. Y es una pena porque disfrutaba enormemente escribiéndolos. Lo único que puedo asegurar es que sí volveré a escribir CF, aunque sea en forma de novela.

Artemisa Ixtlán: Mi niña lleva el nombre de mi personaje favorito, Arlena Dama. Se lo puse con toda la intención de que heredara, además, el valor, la belleza y la sabiduría de uno de los protagonistas de Fábulas de una abuela extraterrestre, mi libro preferido por los siglos de los siglos. Mi tesoro más valioso son las impresiones de Los mundos que amo, Historias de hadas para adultos, El abrevadero de los dinosaurios, y otros libros que he conservado a través de los años. Yo era una adolescente cuando comencé a leerla. El personaje de Arlena Dama vive en mi hija, quien ya tiene 11 años, y aunque su piel no es azulada, posee el mismo corazón de bruja y se ha encontrado en las páginas de su, a mi juicio, más bella creación. ¿Viven aún aquellas ilusiones que dieron vida a su pluma un día? Los dinosaurios irreverentes, los vampiros tiernos y los zhific eternos, ¿siguen vivos como el primer día?
 
Sí, Artemisa, todos siguen vivos… y existen otros personajes más, parientes de los que mencionas, que aún se esconden entre mis papeles y que espero que salgan a la luz en un futuro no muy lejano. Me ha conmovido saber que en Cuba vive una niña que lleva el nombre de uno de mis personajes más entrañables. Recibí noticias de que alguien más en la Isla también nombró a su hija de ese modo, así es que tal vez en algún momento coincidan dos cubanas llamadas Arlena Dama. Me dejas saber si eso ocurre.

Sandor Valdés: ¿Crees que lo fantástico y la ciencia ficción puedan ser géneros que toquen de cerca aspectos reales, palpables de la realidad humana como lo hacen otros tópicos literarios, quizás más directamente conectados a esa realidad? Si no se es cuidadoso, ¿no caen en lo evasivo, en el ornamento sin mayor repercusión? 

Es una pregunta interesante, Sandor. Primero, hay que delimitar lo que entendemos por realidad. La fantasía y la CF abordan aspectos del mundo que nos rodea, pero muchas veces lo hacen de manera tangencial o metafórica. Un ejemplo cinematográfico reciente de cómo funciona el género es la película District 9, cuya trama se centra en una especie de ciudadela —un área denominada “distrito 9″―,  donde han sido recluidos los ocupantes de una nave extraterrestre que flota, inmóvil y abandonada, sobre una ciudad de Sudáfrica. La película es una clara crítica al apartheid y, por extensión, a los guetos judíos, a los campos de concentración, y a cualquier tipo de encierro o aislamiento forzados a causa de la discriminación, la xenofobia o la intolerancia ante todo lo que resulta extraño o diferente.
En la llamada literatura tradicional, por otro lado, no todo lo que se escribe está relacionado con la realidad. Muchas veces esta clase de literatura suele ignorar el tejido de la realidad misma para convertirse en algo más alienante e irreal que una “fantasía” como la ya citada. No puedo imaginar algo más parecido a la literatura de evasión que ese tipo de novelas que ahora se denominan “chick lit“, al estilo de la serie Sex and the City. Y conste que no critico que tales cosas existan. Pero no debemos confundir la forma o la estructura (mujeres de clase media que viven en Nueva York vs. extraterrestres insectoides) con el contenido o la esencia de la trama (una vida donde todo se reduce a comprarse zapatos de $800 y buscar pareja vs. la discriminación e intolerancia que vemos cada día en las noticias y que son la causa de casi todos los conflictos actuales). Si me preguntaran cuál de esos productos —District 9 o Sex and the City— es más alienante y lleno de ornamentos sin repercusión alguna, sin duda contestaría que el segundo.
Dicho en pocas palabras, no es el género lo que convierte en alienante o evasiva una obra artística o literaria, sino la intención con que se usa.»

« Juan Pablo Noroña:


Hace poco, dos revistas dedicadas a la fantasía y a la CF que circulan allá por email ―una que sale de España, Mi Natura, creada por Ricardo Acevedo, y otra llamada Korad (en honor al poemario La ciudad muerta de Korad, de Oscar Hurtado)― publicaron las primeras entrevistas que he dado para fanzines digitales del género. Sé que ambas han circulado ampliamente por la Isla, especialmente entre lectores, fans y escritores interesados en estos temas.»

«Ernesto Gutiérrez Tamargo: Soy admirador tuyo desde Cuba. Indudablemente, tú eres —el verbo lo conjugo en presente perfecto— la mejor escritora de ese género que ha parido Cuba. ¿Habrá en una Cuba libre una literatura libre de ciencia ficción sin escudarse en vericuetos insondables de la materia? ¿Sabes que la mejor literatura de ciencia ficción está en la Biblia? Si no lo has leído, lee el Libro de Enoch (no está en la Biblia, pero está aceptado por los cánones cristianos, etíopes, etc.). Trata de la llegada a la Tierra de ángeles extraterrestres que crearon una raza oculta, de lo que ocurrió con esos ángeles y los gigantes que procrearon, de los “vigías” que siguen apostados para vigilar la Tierra. En fin, ciencia ficción en estado puro. 

Conozco las interpretaciones “extraterrestres” de la Biblia e incluso de apócrifos como el Libro de Enoch. El asunto podría parecer risible… hasta que uno tropieza con The Spaceships of Ezequiel, un libro de Josef F. Blumrich, ingeniero jefe de la NASA, quien, basándose en la descripción bíblica del descenso de Dios descrita en Ezequiel, realizó el diseño de una nave espacial bastante curiosa e incluso patentó el invento de la rueda omnidireccional, realizado también según esa descripción.
En cuanto a tu otra pregunta, la literatura es resultado de un entorno. La ciencia ficción, por su propia naturaleza, es un género bastante contestatario. Dado que trabaja con metáforas y extrapolaciones de la realidad en contextos usualmente alterados, es capaz de cuestionar de manera disimulada esa misma realidad. En Cuba siguen surgiendo textos de CF que critican de manera velada (o a veces no tanto) ciertos aspectos de la sociedad cubana. Por supuesto, hay zonas de esa realidad que, por razones obvias, no se mencionan. Pero creo que cuando la sociedad cubana cambie, también cambiarán y se ampliarán los objetivos y los temas que puede abordar la CF en la isla.»

«Gisela Labrada: En tus cuentos, cuando haces tus descripciones maravillosas, se nota abundancia en el entorno de tus historias, abundancia en términos de consumo, no así en tu novela Fábulas de una abuela extraterrestre. Mi pregunta era si esa abundancia material de tus cuentos, escritos en una realidad tan precaria como la nuestra en Cuba, era una forma de evadirte de tantas carencias o simplemente era producto de tu imaginación. A mí siempre me llamaba la atención ese detalle y me hacía tus cuentos aún más fantásticos.

Todos los cuentos que publiqué en Cuba eran de fantasía o ciencia ficción. No recuerdo exactamente que hubiera “abundancia” material en ellos, pero si había alguna posiblemente fuera porque ocurrían en algún planeta lejano, en el futuro o en un contexto cubano imaginario. Por ejemplo, en el relato “La granja”, incluido en Historias de hadas para adultos, el periodista que llega a esa misteriosa granja, después de perderse en una noche de una tormenta, es recibido por una extraña familia. Cuando le sirven la cena (y voy a buscar el libro para citarlo textualmente), la describo así: “La sopa humeaba sobre la mesa; las hojas de cilantro flotaban entre las fibras de pollo y los blanquísimos trozos de papas. Una fuente ancha y honda contenía doradas cordilleras de arroz y carne. Los vegetales rojos, amarillos y verdes sudaban de frío junto a las hirvientes viandas”. Aquel “banquete” era una simple comida cubana, compuesta por sopa de pollo, arroz, carne, ensalada y viandas, pero recuerdo cómo se me hacía la boca agua pensando en todo aquello.
También describí alimentos en otros relatos, incluyendo algunos extraterrestres. No creo que aquellas descripciones fueran una forma de evadir la realidad. Todo lo contrario. Eran la prueba de que reconocía la penuria que me rodeaba. Siempre tenía hambre, a toda hora. Por eso a nadie debería extrañarle que, al salir de la Isla, escribiera El hombre, la hembra y el hambre. En Cuba, muchas veces me inventaba comidas en los libros porque el hambre me obsesionaba. Solo cuando abandoné mi país pude hablar con libertad de esa carencia.»

«
Humberto Herrera Carles: Tengo dos libros tuyos pendientes de leer  —La isla de los amores infinitos y El hombre, la hembra y el hambre—, y como tengo en el recuerdo tus libros iniciales de ciencia ficción en Cuba, los he ido aplazando. ¿Será que abandonaste el género?

En los últimos años, he empleado en mis novelas algunos elementos de CF y fantasía que he mezclado con otros que antes no había usado. Mis lectores saben que, desde el inicio, siempre hice amalgamas de géneros. Una vez fuera de Cuba, decidí ampliar el campo de esa hibridación. Siempre me gustó experimentar. Nunca me encasillé, ni seguí pautas o modas. Quizás la prueba más palpable ―fuera de Cuba― sea La isla de los amores infinitos.
Con esa estructura tan difícil, con esa trama donde lo mágico y lo paranormal se confunden con lo histórico y lo sociopolítico, mi agente literario anterior se dio por vencido. La novela permaneció un año y medio sin que ninguna editorial quisiera publicarla.
Decían que no era comercial, que no respetaba los parámetros ni las normas de un género, que era muy compleja, que los lectores querían historias lineales y más simples… Pero yo me mantuve en mis trece. Esa era mi novela, no la de ningún mercado. Cuando finalmente Grijalbo decidió cruzar lanzas por ella, ya se sabe lo que ocurrió después.
Sospecho que la que estoy escribiendo ahora va a ser mucho más difícil de poner en el mercado, de nuevo, por su complejidad. Pero no importa. Es mi historia. Es lo que quiero contar… Como también quiero regresar a la CF y a la fantasía más adelante. Y que conste, que ya me han advertido que lo peor que puedo hacer es volver a esos géneros que no tienen salida alguna en el mercado de habla hispana.»

«Eduardo J. Carletti: ¿Desde qué edad lees literatura y desde qué edad te interesaste por la ciencia ficción y fantasía?

No recuerdo en qué grado escolar comienzan a leer los niños (¿primero o segundo?), pero sí sé que comencé a devorar libros apenas aprendí a leer. Y fue algo que hice más rápido que el resto de mi clase. Estaba desesperada por tener acceso a los cuentos de hadas que mis padres me leían por las noches, y no quería esperar por nadie para eso. Creo que mi interés por la CF y la fantasía fueron una consecuencia natural de mi amor por los cuentos de hadas. Si la memoria no me falla, los primeros libros de CF que leí fueron novelas de Julio Verne. Y creo que empecé bien, porque Verne y H. G. Wells son los padres del género. Por esa fecha tendría unos 9 años. Después que descubrí a Verne, nunca me separé del género.»

«
Federico Schaffler: ¿Qué consideras es lo que caracteriza mejor a la ciencia ficción escrita originalmente en español y por qué? 

La CF hispanoamericana nunca se ha centrado mucho en la vertiente científica, sino en la social y, en menor medida, la mítica. Últimamente América Latina se ha decantado por una CF de corte sociopolítico, en algunos casos con influencias del cyberpunk, mientras que la española presenta una mezcla de temas donde han cobrado fuerza lo gótico y lo fantástico-heroico que intenta seguir la línea tolkieana, aunque sin lograrlo en muchos casos. Sin embargo, me falta bibliografía para llegar a una respuesta más precisa.
No es fácil conseguir CF escrita en español, al menos en Estados Unidos. Me nutro de lo que me envían los propios escritores, y también de lo que puedo comprar por internet.»

Julho 18, 2011 Posted by | ciencia ficción, Cuba, Daína Chaviano, EUA, ficção científica, Science Fiction | Deixe um comentário